quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

2020, Dezembro, 30 - Celebração de Boas Festas

 

Caros Amigos Sidonianos,

A Celebração de Boas Festas do Palheiro por videoconferência decorreu fantasticamente, como se esperava, uma agradável experiência indisciplinada carregada de emoção e boa onda.

O ano foi difícil e é para esquecer, não nos deixou festejar, conviver, passear. Mas o Palheiro sempre soube enfrentar as dificuldades e fintá-las; não pudemos fazer o banquete anual nos claustros, fizemos o chamado ”Almoço da Retoma” em Junho. Na verdade, a retoma não foi duradoura mas o espírito vingou; não pudemos fazer os passeios que gostávamos de ter feito, mas não abandonámos as sugestões das agências de viagens e estamos prontos a zarpar logo que os ventos sejam propícios; não pudemos fazer o “Almoço de Natal” mas fizemos a “Celebração das Boas Festas” na net, com toda a desenvoltura tecnológica (não obstante a dificuldade em partilhar o som…)

Ficam algumas imagens desta Celebração com os participantes visivelmente bem dispostos e prontos para novas e fantásticas aventuras!

Um grande abraço e votos de um Bom Ano com Saúde e boa disposição.












segunda-feira, 29 de junho de 2020

2020, Junho, 27 - Almoço de Junho


Almoço de Junho
Com o objectivo de manter o são convívio e atenuar o isolamento imposto pelo combate à pandemia, realizou-se o encontro mensal do Sidónio, respeitando as normas de segurança . Assim, em vez de jantar fez-se almoço de sábado reservando a sala só para nós com a lotação perfeitamente dentro das regras
Conforme se tinha esclarecido antecipadamente, obviamente que neste encontro não aconteceram os beijinhos e abraços que fazem parte dos nossos sempre agradáveis convívios. E houve forma de expressar a grande satisfação  por nos voltarmos a encontrar.
Como também se tinha garantidos aos mais cépticos, foram seguidas todas as regras de segurança recomendadas pela DGS.
O enorme espaço do restaurante esteve por nossa conta pois ficou reservado apenas para nos servir.
E tudo correu bem como se constata pelas imagens do grande acontecimento.
Até breve, com muita saúde!















segunda-feira, 16 de março de 2020

2019, Set. 27 a Out. 4 - Passeio a Marrocos


O Palhas em Marrocos

De Casablanca a Marrakech



 As expectativas em torno do passeio a Marrocos foram largamente ultrapassadas. Tratava-se de uma viagem de 8 dias, no estrangeiro, não era propriamente o habitual nas nossas iniciativas.
Esperava-se um passeio agradável mas temia-se que as longas deslocações viessem a saturar alguns participantes.
Afinal, tudo correu bem e mesmo as maiores viagens foram bem suportadas, o grupo manteve boa disposição, espírito solidário e receptivo a ambientes bem diferentes nos hábitos, nas paisagens, na cultura, na gastronomia.
O trajecto  veio afinal a revelar-se uma excelente forma de conhecer mais profundamente o país, para além das cidades mais cosmopolitas.


À partida, no aeroporto 


Primeiras imagens de Marrocos 





No aeroporto de Casablanca 










Casablanca 


Já no Hotel, o jantar 







A grande mesquita Hassan II 


Em Casablanca, a cidade que deu o nome ao fabuloso filme, era impossível não pensar no “Rick’s Café” onde a fantástica Ingrid Bergman pediu a Sam que tocasse a inesquecível melodia “As time goes by”…
Ainda em Casablanca, impressionou a visita à monumental Mesquita Hassan II com capacidade para 25.000 pessoas no interior e 85.000 na “esplanada”!


























































A caminho de Fez, passámos por Rabat e Meknés completando assim a visita às “Cidades Imperiais”. A medina de Fez tem “apenas” 9.400 ruas propositadamente labirínticas para proteger a fuga da mãe do rei Idriss (1062)





































De Fez a Erfoud, a tirada mais longa, deu para perceber como é o Marrocos “profundo” até às dunas de Merzouga onde vivemos a inesquecível experiência de andar de dromedário nas dunas e assistir ao pôr-do-sol na paisagem infinda do deserto.

































Rumámos a Ouarzazat onde vimos trabalhar nas pedras de mármore fossilizado e passámos pelos estúdios que a tornam a “capital cinéfila”



































Atravessámos o “Alto Atlas” (que protege Marrocos dos ventos e avanços do deserto) para chegar a Marrakech verdadeiro apogeu da viagem, surpreendente, plena de contrastes. Vimos o Palácio Bahia, o jardim Majorelle (refúgio de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé) , a fantástica Praça Djeelme El Fna onde se vende de tudo e se assiste às exóticas exibições dos “encantadores” de serpentes.
Terminámos em apoteose marroquina no “Fantasia Chez Ali” com um fabuloso jantar/espectáculo





























































Vimos o Palácio Bahia, o jardim Majorelle (refúgio de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé) , a fantástica Praça Djeelme El Fna onde se vende de tudo e se assiste às exóticas exibições dos “encantadores” de serpentes














































Terminámos em apoteose marroquina no “Fantasia Chez Ali” com um fabuloso jantar/espectáculo